Governo do Distrito Federal
16/11/22 às 16h29 - Atualizado em 17/11/22 às 8h30

Assistência social define regiões para melhorar atendimento

Sedes vai subsidiar o planejamento territorializado de ações, serviços, programas e projetos baseados na realidade de cada local

 

A fim de otimizar o atendimento socioassistencial às famílias brasilienses, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) editou uma nova portaria e agrupou as cidades do DF em oito macrorregiões. O objetivo da medida é subsidiar o planejamento territorializado de ações, serviços, programas e projetos baseados nas características em comum dos locais.

 

Ações sociais serão distribuídas entre as macrorregiões traçadas para melhor atendimento | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

“A proposta é integrar ações no âmbito da proteção social, da vigilância socioassistencial e da defesa de direitos e a realidade socioterritorial local”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Dessa forma, vamos estabelecer parâmetros territoriais para a revisão, efetiva instituição e funcionamento do Plano Distrital de Assistência Social.”

 

Unidades integradas

 

A partir de uma análise técnica das dinâmicas territoriais, bem como ordenamento, planejamento e gestão da política socioassistencial, o agrupamento fica estabelecido neste formato:

→ Região Central – Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte e Varjão;
→ Região Centro-Oeste – Vicente Pires, Taguatinga, Águas Claras e Arniqueira;
→ Região Centro-Sul – SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia;
→ Região Leste – São Sebastião, Jardim Botânico, Itapoã e Paranoá;
→ Região Norte – Sobradinho, Sobradinho II, Fercal e Planaltina;
→ Região Oeste – Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia;
→ Região Sudoeste – Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo e Riacho Fundo II;
→ Região Sul – Gama e Santa Maria.

 

A regionalização vai favorecer a integração das unidades por meio de reuniões e planejamentos em conjunto, a utilização em conjunto da base de dados do Cadastro Único como ferramenta para construção de mapas de vulnerabilidade social dos territórios, de modo a traçar o perfil de populações e estimar a demanda potencial dos serviços, e a ampliação da oferta nos territórios, com o objetivo de facilitar o acesso da população a programas, projetos, serviços e benefícios socioassistenciais.

 

O próximo passo é estabelecer diretrizes que definam essa atuação integrada entre as equipes das unidades. “Com essa etapa em prática, os profissionais vão estabelecer rotinas dinâmicas para atendimento ao público”, sinaliza a secretária Ana Paula Marra.

 

Ádamo Dan

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